A alegria incomparável de ver crescer uma criança

Aos quase 35 anos de vida posso perfeitamente afirmar que ver crescer a minha filha é um prazer absoluto e o maior regalo dos meus dias. É de facto uma alegria incomparável esta a de ver crescer uma criança. A minha. Vê-la conquistar pequenas vitórias diariamente. Assistir ao desbravar do mundo. À superação dos pequenos…

A quatro meses dos 2 anos… as birras

Tal como se previa, as birrinhas por tudo e por nada já chegaram a esta santa casa. Outra coisa não seria sequer de esperar de uma criança com tanta atitude, muita inteligência, extremamente atenta, observadora e destemida. É assim a minha filha. Parece não ter medo de nada, ou de quase nada, com excepção de… estranhos,…

Quando a paciência (quase) se esgota. O que fazemos?

Culpado. Assumo-o sem quaisquer rodeios ou eufemismos para mascarar a minha incapacidade. Há dias assim. Em que a paciência se vai. Esvanece-se. Some-se. Para onde é que não consigo bem perceber. Mas vai-se e esvai-se. Perde-se algures pelo meio do caminho vertiginoso que compõe o crescimento saudável de uma criança. E depois fica a culpa. Mas…

Quando eles vêm mordidos para casa. O que há a fazer?

(Este texto foi escrito a quatro mãos) Pois é. Está a acontecer. Aliás. Para que tenham uma ideia, em mais ou menos 2 meses aconteceu quatro vezes, ou seja, em mais ou menos dois meses a Leonor trouxe 4 dentadas bem marcadinhas para casa. Sim. É terrível. É doloroso. Parece que nos morderam a nós….

Se os Homens não choram, o que é que isso faz de mim?

Um Homem não chora por dá cá aquela palha. Aliás um Homem não chora por porra de razão nenhuma. Não tem sequer direito a ter esse direito. O direito a ser sensível ao que o rodeia, a ser parte da vida que o envolve. Mas onde é que estamos afinal? Onde irá parar este mundo se…

Sim, sou pai há quase 9 meses e já me zanguei com a minha filha…

… mas lidar com o que vem depois não é fácil. Não é, de todo. Há momentos em que perdemos a paciência e nos deixamos levar por impulsos de intolerância que, regra geral, nem sequer sabemos porque acontecem de determinada forma. A muitos de nós interessa, porventura, encontrar a razão pela qual não fomos capazes…

O que é que eu faço à minha vida?

Não sei como vou dar a volta ao “problema” que hoje aqui vos trago, mas desenganem-se desde já os que estiverem já a pensar que… estou louco, furioso, de cabeça perdida, a arrepender-me de tudo a cada dia que passa e cheio de vontade de ir ali comprar tabaco e nunca mais voltar! Not! Não…