Ela vai sem fralda, senhores. E agora?

Não é fácil. De todo. Mas é fazível. Perfeitamente. Afinal de contas nenhum de nós vai para a faculdade a fazer xixi nas cuecas. Certo? Por isso, força! Coragem. Determinação. Preserverança e… boa sorte!

A boa vontade dos desconhecidos que faz do Mundo um lugar melhor

Manhã de Domingo, de sol, brilhante como se quer uma manhã de Domingo de ☀️, de Primavera. Alva. Meiga. Linda. O dia arranca quase bem. Sim, quase bem. Vou buscar a Leonor à cama dela e trago-a para junto de nós. Como acontece todos os dias. E ela ali fica, entre nós, entre o dormitanço…

A alegria incomparável de ver crescer uma criança

Aos quase 35 anos de vida posso perfeitamente afirmar que ver crescer a minha filha é um prazer absoluto e o maior regalo dos meus dias. É de facto uma alegria incomparável esta a de ver crescer uma criança. A minha. Vê-la conquistar pequenas vitórias diariamente. Assistir ao desbravar do mundo. À superação dos pequenos…

A sorte (com os filhos) também é trabalho dos pais

Trabalho dos pais, mas como assim? Em que medida? Mas de que é que ele está a falar? A sorte ou se tem ou não se tem, agora cá “dá trabalho”… E o que é que ele sabe da minha vida para dizer que isto é uma questão de sorte ou não? Desculpem-me mas acredito…

A quatro meses dos 2 anos… as birras

Tal como se previa, as birrinhas por tudo e por nada já chegaram a esta santa casa. Outra coisa não seria sequer de esperar de uma criança com tanta atitude, muita inteligência, extremamente atenta, observadora e destemida. É assim a minha filha. Parece não ter medo de nada, ou de quase nada, com excepção de… estranhos,…

Quando a paciência (quase) se esgota. O que fazemos?

Culpado. Assumo-o sem quaisquer rodeios ou eufemismos para mascarar a minha incapacidade. Há dias assim. Em que a paciência se vai. Esvanece-se. Some-se. Para onde é que não consigo bem perceber. Mas vai-se e esvai-se. Perde-se algures pelo meio do caminho vertiginoso que compõe o crescimento saudável de uma criança. E depois fica a culpa. Mas…

Quando eles vêm mordidos para casa. O que há a fazer?

(Este texto foi escrito a quatro mãos) Pois é. Está a acontecer. Aliás. Para que tenham uma ideia, em mais ou menos 2 meses aconteceu quatro vezes, ou seja, em mais ou menos dois meses a Leonor trouxe 4 dentadas bem marcadinhas para casa. Sim. É terrível. É doloroso. Parece que nos morderam a nós….

Se os Homens não choram, o que é que isso faz de mim?

Um Homem não chora por dá cá aquela palha. Aliás um Homem não chora por porra de razão nenhuma. Não tem sequer direito a ter esse direito. O direito a ser sensível ao que o rodeia, a ser parte da vida que o envolve. Mas onde é que estamos afinal? Onde irá parar este mundo se…